As escolas públicas de Araxá iniciaram nesta semana a aplicação das avaliações externas somativas do Sistema Mineiro de Avaliação e Equidade da Educação Pública (SIMAVE). As provas serão realizadas até o dia 30 de outubro, envolvendo estudantes das redes municipal e estadual de ensino. A iniciativa tem como objetivo avaliar a aprendizagem dos alunos e contribuir para o planejamento de ações que fortaleçam a qualidade da educação.
Na rede municipal, participam estudantes do 2º, 5º e 9º anos do Ensino Fundamental. Já na rede estadual, as avaliações contemplam o 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e o 2º e 3º anos do Ensino Médio. O SIMAVE é um sistema de avaliação do Governo de Minas Gerais que permite acompanhar o desempenho dos estudantes, principalmente em Língua Portuguesa e Matemática, identificando avanços e dificuldades de aprendizagem.
De acordo com a coordenadora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Fabíola Melo, os resultados são fundamentais para orientar o trabalho pedagógico das escolas, permitindo identificar as principais dificuldades dos alunos e desenvolver estratégias de ensino mais direcionadas, especialmente na alfabetização.
“Essas avaliações nos ajudam a entender como está a aprendizagem dos nossos alunos e onde precisamos melhorar. Com os resultados, conseguimos planejar ações mais específicas, apoiar o trabalho dos professores e fortalecer cada vez mais a qualidade do ensino”, destaca Fabíola.
Na rede municipal, participam estudantes do 2º, 5º e 9º anos do Ensino Fundamental. Já na rede estadual, as avaliações contemplam o 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e o 2º e 3º anos do Ensino Médio. O SIMAVE é um sistema de avaliação do Governo de Minas Gerais que permite acompanhar o desempenho dos estudantes, principalmente em Língua Portuguesa e Matemática, identificando avanços e dificuldades de aprendizagem.
De acordo com a coordenadora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Fabíola Melo, os resultados são fundamentais para orientar o trabalho pedagógico das escolas, permitindo identificar as principais dificuldades dos alunos e desenvolver estratégias de ensino mais direcionadas, especialmente na alfabetização.
“Essas avaliações nos ajudam a entender como está a aprendizagem dos nossos alunos e onde precisamos melhorar. Com os resultados, conseguimos planejar ações mais específicas, apoiar o trabalho dos professores e fortalecer cada vez mais a qualidade do ensino”, destaca Fabíola.
